terça-feira, 17 de janeiro de 2017

OFICINAS PARA PROFESSORES DE IDIOMAS


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Motivar alunos de idiomas a desenvolverem suas habilidades comunicativas é um desafio constante.

Nós, da Idées Idiomas oferecemos oficinas personalizadas para professores de idiomas...

·      Tornando as aulas mais prazerosas
·      Usando atividades lúdicas
·      Usando recursos variados e motivadores

Agende uma oficina experimental!

Será muito gratificante compartilhar nosso trabalho com você!!


Um grande abraço,

Idées Idiomas
tel: (0XX11) 3673 7308


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Feliz Ano Novo!!!

Feliz Ano Novo!!!
Que 2017 seja repleto de saúde, paz, amor e prosperidade!!!

Como iniciar um ano cativando os alunos? Como inspirá-los e motivá-los para atingir seus objetivos?

Primeiramente o professor precisa observar atentamente o que foi transmitido, como foi e qual a reação dos alunos.

Assim terá ferramentas para analisar o que tem sido feito e fazer as modificações necessárias ou não.

É como se fosse um artista pintando um quadro. A partir da observação é capaz de escolher cores e formas para compor a figura.
Resultado de imagem para listening to music
Por exemplo, por muito tempo aplicava um exercício de "listening to the music", onde os alunos teriam que preencher as lacunas com palavras encontradas na letra de uma música.

Geralmente os alunos tinham dificuldade e assimilavam pouco conteúdo.

Hoje providencio a letra da música para os alunos, e peço para que leiam em silêncio a letra para depois dizerem o que entenderam dela em inglês.

Após interpretarem a letra, peço para concentrarem-se numa estrutura ou expressão para ser explicada e trabalhada.

Noto que desta forma os alunos acabam assimilando mais, pois o enfoque é resumido em duas ou três frases.

Após esta atividade escutamos e acompanhamos a música.

E Você, caro(a) professor (a) de idiomas,

Teria alguma sugestão para este início de ano?

Envie seus comentários!!

Boa aula!!

Um grande abraço,

Maria de Fátima
marifa2006@terra.com.br 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

The Xmas Game





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THE XMAS GAME

An enjoyable game to be played with your family or friends at Christmas.
Elaborated by Maria de Fátima Pereira de Almeida
English teacher and pedagogical consultant.




















INSTRUCTIONS


1)    If you got this game, you will be the leader.
2)    Fill a balloon with air and play some music (preferably Xmas songs; choose a cheerful one).
3)    The participants in the group will pass the balloon one to the next one by the sound of music.

4)    If you stop playing the music, the participant who is holding the balloon will have to answer a quiz or do a task based on Xmas.
5)    To do so, the participant needs to choose a number from 01 to 10.
6)    You will read the question or task, according to the number chosen by the participant.

7)    If the participant can answer the quiz or perform the task well, he/she will get a point.
8)    If he/she can’t, he/she won’t get any point and the game goes on.
9)    At the end of the game, the one who has the highest score will get “The Christmas Certificate”.





Quizzes and tasks:

1)    Task: Sing a Christmas Carol.

2)    Quiz: Which animal pulls Santa Claus sleigh? (answer: the Reindeer)

3)    Task: Spell “MERRY CHRISTMAS”
Backwards.

4)    Quiz: When is Xmas Eve? (answer: December 24th)

5)    Task: Go to the window and shout:
“I wish you a Merry Christmas!”

6)    Quiz: What were the names of the three Wise men? (answer: Gaspar, Melchior e Balthazar)

7)    Task: Make believe you are Santa Claus; Laugh properly.

8)    Quiz:  Is there another name for Santa Claus? Which one?
(answer: yes, Father Christmas)

9)    Task: Draw (in the air) a Christmas tree with your left hand (if you are right -handed) or with your right hand (if you are left -handed).

10)  Quiz: How many days are there in December? (answer: 31 days)

























THIS IS TO CERTIFY THAT



........................................


 WAS THE WINNER OF THE XMAS GAME IN 2016!


CONGRATULATIONS!

 MERRY CHRISTMAS!

Resultado de imagem para Santa Claus 

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Usando recursos atraentes no ensino de idiomas

Caro(a) professor(a) de idiomas,


Estudar um idioma hoje em dia significa não só aproveitar cursos como também estimular alunos a usarem recursos disponíveis fora da sala de aula.

Como facilitador, o professor pode sugerir links, videos, sites que irão estimular o aluno a praticar o idioma de maneira constante.

É importante mostrar para o aprendiz que quanto " maior for a sua exposição ao idioma, melhor será sua assimilação",  como diz Ulysses Carvalho do blog teclasap.

No entanto, o professor pode dar um "empurrãozinho" sugerindo, comentando, estimulando alunos a comentarem sobre o que foi visto, lido, etc.

Tive alunos que estavam com receio em assistir a um filme original em inglês sem legenda.
Resultado de imagem para films

Demonstrei em aula que isso é possível se nos concentrarmos somente nas palavras que podemos entender, conectando-as para absorver o sentido geral da história.

Até sugeri que em casa poderiam assistir ao filme e se no meio da história adormecessem, não teria problema pois poderiam concentrar-se nas cenas.

Esta prática melhorou muito a competência auditiva deles.

Por experiência própria tenho observado que alunos produzem e assimilam mais quando estão envolvidos, relaxados e apreciando as atividades.

Com tantos recursos atualmente é possível mesclar entretenimento com o ensino formal  com mais frequência.

E você, caro (a) professor (a),

Utiliza recursos extras?

Envie seus comentários!

Seria um prazer aprender com sua experiência!!

Um grande abraço,

Maria de Fátima

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Talking Flash Cards

Dear English teachers,

Would you like to have ideas to make your students talk?
“Talking Flash Cards” are illustrations with questions that encourage students to speak.

There are 10 cards and 3 of them are being shown as a demonstration below.

If you like them and want to get the other cards by email at R$10,00, contact me for further information, please!

Enjoy!

Best regards,

Maria de Fátima
marifa2006@terra.com.br 




A)   Describe the Picture.

B)   This is Rick.
He loves relaxing under the tree and listening to music.
C)What do “trees” mean to you?
How often do you pay attention to trees?
Have you ever slept under a tree? How did you feel?
Are there enough trees in São Paulo?
In which neighborhoods can you see more trees?
Do you prefer going to parks or shopping centers? Why?

C)   Write 3 lines about the topic: “The trees in big cities”.



A)    Describe the Picture.

B)    This is Sarah.
She loves drawing and listening to music.

C)    Can you draw?
Do you know anybody who can draw very well? Who?
What do you prefer: drawings or photos? Why?
How often do you listen to music?
Do you usually pay attention to the lyrics? Which songs can you remember?

D)   Write 03 lines about the topic: “Listening to music is relaxing”.



A)   Describe the Picture.

B)   This is Julia. She loves running in the park when there is no one around.

C)   Have you ever run in the park?
Do you prefer running or walking in the park? Why?
Are there other places where you enjoy running? Which ones?
How often do you run?
When do you run?

D)  Write 03 lines about the topic: “Running is good exercise”.


www.idiomascomarte.blogspot.com.br

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Steve





APRENDER UM IDIOMA COM PRAZER FAZ MUITA DIFERENÇA!...

O que é aprender com prazer, para você? É ter motivação própria, é gostar do que está aprendendo, é apreciar a maneira em que seu professor está transmitindo seus conhecimentos?
Este artigo irá abordar a questão do prazer no ensino de idiomas.
É possível ensinar ou aprender com prazer?

Essa questão geralmente surge nos primeiros momentos em que tentamos aprender algo, desde crianças.
Quando pequenos, temos pela própria natureza humana vontade de conhecer, de explorar; somos curiosos ao máximo. Quem já não se viu ajoelhado no quintal de casa observando uma joaninha ou brincando com um inseto?
Quem já não vasculhou as gavetas do pai ou da mãe querendo achar algo interessante para brincar?
                                                                      

Somos mesmo todos curiosos desde a infância e a sede pelo saber, pelo aprender é grande.
Com toda esta vontade de aprender, temos em nossa própria família nossos primeiros professores: nossos pais e irmãos e irmãs.

Cada um, que por sua vez quer ensinar algo ao filho ou irmão.
É o pai querendo mostrar ao filho como montar um equipamento de som, é a mãe querendo ensinar a ele uma canção, é o irmão mais velho querendo ensiná-lo um idioma estrangeiro.
São vários os estímulos externos conduzidos por pessoas que têm grande significado e importância na nossa formação, em todos os aspectos tais como emocional, social, cultural e espiritual.
                                              

Com esse "professores" fundamentais em casa e com a natureza própria da curiosidade poderíamos crer que aprender com prazer deveria ser algo óbvio e garantido.
Mas na verdade sabemos que não é sempre assim. Ao começarmos nossos anos escolares, por exemplo, passamos a ter atitudes diferentes.

Alguns de nós vão à escola entusiasmados, cheios de motivação, querendo saber o que será que tantas crianças fazem lá.
Esse primeiro contato social dá algumas vezes aquele "friozinho" na barriga gostoso, o que é de certa forma , prazeroso.
Outros já vão à escola um pouco relutantes, pois são "temporariamente" desligados de seu conforto e brincadeiras familiares.
Existem, é claro, aspectos psicológicos envolvidos, mas podemos ter certeza de que a novidade aprendida na escola será repassada para alguém especialmente da família.

É a criança que aprende uma canção ou jogo na escola e acaba querendo ensiná-lo ao irmãozinho mais novo em casa.
Essa atitude gera um grande prazer e quando aquele que está ensinando verifica que existiram resultados, o prazer fica maior ainda.

Por que será, então, que o aprendizado se torna pesado e sem motivação?

Será que a curiosidade que temos dentro de nós desaparece com num "passe de mágica?"

Creio que o aprendizado tanto informal (que começa com a família) quanto formal (que começa na escola) estejam ligados aos facilitadores, àqueles que estão tentando motivar o aprendiz a assimilar algo.
Vejamos o exemplo do pai que chama o filho para ajudá-lo a montar um equipamento de som.
Ele está ali com o filho plenamente, está concentrado e divertindo-se com o que está fazendo. Por alguns momentos o pai não se lembra das contas que tem para pagar, dos compromissos que virão na semana seguinte, pois está "curtindo" seu filho 100%.
Seu filho, por sua vez, sente a presença do pai e acaba se animando só de vê-lo entusiasmado com o manual de instruções.

Fica envolvido e só de ajudar o pai, em pouco tempo já consegue desvendar o "quebra-cabeça" da montagem do equipamento.
Além disso, foi escolha do pai chamá-lo para essa experiência. Estava disposto inteiramente naquele momento a se dedicar ao filho.
Observamos, no entanto, que esse tipo de dedicação e envolvimento algumas vezes não acontece no ensino formal.

Ao ingressarmos na escola, por exemplo, vemos modelos em certas ocasiões, autoritários ou despreparados, que foram formados por gerações e gerações de professores também pouco sensíveis ao processo de aprendizado do aluno.

Lembro-me por exemplo, na minha infância, de professores que "rotulavam" alunos como fracos, medianos e ótimos, enfileirando-os conforme essa classificação.
Com o passar do tempo, vi gerações seguintes enfrentando o mesmo problema: observava meus sobrinhos em escolas tradicionais serem desmotivados devido ao acesso de raiva de um professor,  por exemplo, que jogava os cadernos dos alunos no chão quando algo estava errado.

Pude observar também estudantes enfrentando de forma similar problemas na faculdade devido à descrença e desencorajamento de certos professores que faziam com que alunos acreditassem não existir campo de trabalho naquela área. Conforme esse profissionais, teriam que "enxergar" a realidade como é e aceitá-la.

Vi alunos frequentando cursos de inglês onde professores deixavam o aprendizado tão pesado e sem propósito que as salas de aulas de reforço eram lotadas e esses alunos eram constantemente "castigados" com lições de casa intermináveis e repreensões, caso não assimilassem a matéria.Image result for lots of homework photos

Pelos exemplos citados anteriormente, podemos observar que o aprendizado que poderia acontecer de forma espontânea e lúdica, acaba se tornando um esforço muito grande, um sacrifício enorme. Dessa forma, pensamentos como: "preciso ir à escola; preciso estudar; preciso resolver este problema; preciso recuperar-se, preciso arrumar um emprego, preciso empenhar-me, preciso estudar um idioma estrangeiro"... poderiam dar lugar a pensamentos como: "QUERO ir para a escola; QUERO estudar; QUERO resolver este problema; QUERO recuperar-me; QUERO arrumar um emprego; QUERO empenhar-me; QUERO estudar um idioma estrangeiro".Image result for I want to study photos

É preciso ter muita força de vontade, reflexão, observação e abertura para saber o que ocorre conosco e tomarmos atitudes coerentes para conseguirmos aprender algo de forma significativa.

Muitos parecem pensar que aprendizado com prazer não seja tão necessário assim, pois podemos assimilar algo de qualquer maneira, não importa como.

No entanto, acredito que o "como" é extremamente importante para envolvermos alunos e conseguirmos os resultados esperados.

Acredito que você possa ensinar qualquer coisa; o que vai diferenciar o resultado obtido será o "como" você irá lecionar.

Se o professor estiver atento às reações do aluno perante as aulas que ministra, poderá analisar aquilo que dá certo, o que não dá e ir aprimorando suas estratégias de ensino com o tempo....

Boa sorte e boa aula!!

Um grande abraço,
Maria de Fátima
assistência pedagógica ao ensino de idiomas

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Contato : marifa2006@terra.com.br

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